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	<title>Embu Digital &#187; Solano Trindade</title>
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	<description>.............................O Portal de Notícias de Embu</description>
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		<title>Solano Trindade</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 15:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solano Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Solano Trindade – o multiartista de Embu Se a Arte de Embu tem um patrono, ele é Solano Trindade. Poeta, pintor, teatrólogo e folclorista, pai de Raquel Trindade. Fundou em 1959, no Rio de Janeiro, o Teatro Popular Brasileiro. Em 1961 Solano Trindade, mudou-se para Embu com seu grupo folclórico composto por 30 pessoas. Seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-themecolor: text1; mso-fareast-language: PT-BR;">Solano Trindade</span></strong><span style="font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-themecolor: text1; mso-fareast-language: PT-BR;"> – o multiartista de Embu</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-themecolor: text1; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-themecolor: text1; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Se a Arte de Embu tem um patrono, ele é Solano Trindade.
Poeta, pintor, teatrólogo e folclorista, pai de Raquel Trindade. Fundou em 1959, no Rio de Janeiro, o Teatro Popular Brasileiro. Em 1961 Solano Trindade, mudou-se para Embu com seu grupo folclórico composto por 30 pessoas. Seu movimento pretendia popularizar a arte. As festas promovidas pelo grupo, com danças afro-brasileiras e exposições de arte, começaram a chamar a atenção da intelectualidade paulista, que passou a freqüentar a cidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"></p>
<p class="wp-caption-text" style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-themecolor: text1;">Pouco conhecido do grande público, sua poesia foi comentada por Carlos Drummond de Andrade, que via nos versos de Solano “uma força natural e uma voz individual rica e ardente que se confundia com a voz coletiva”. </span></p>
<p class="wp-caption-text" style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-themecolor: text1;">Foi celebrado também por Ney Matogrosso, que musicou o poema “Tem gente com fome” ainda nos tempos do grupo Secos &amp; Molhados, mas só pôde incluí-la em seu disco após a queda da censura. Em O poeta do povo - Ediouro (160 páginas, R$ 24,90), uma homenagem póstuma de seus filhos, para este homem que se destacou na história da cultura brasileira.</span></p>
<p class="wp-caption-text" style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-themecolor: text1;">Sua poesia é o retrato do cotidiano dos dramas e dos sofrimentos do povo, suas angustias e seus tormentos. Uma jornada lírica do folclore e da sociedade periférica, e dizia sobre sua própria criação: </span></p>
<p class="wp-caption-text" style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-themecolor: text1;">"Não disciplinarei minhas emoções estéticas: deixá-las-ei à vontade, como o meu desejo de viver..."."Eu canto na guerra,/ Como cantei na paz, /Pois o meu poema/ É Universal./ È o homem que sofre,/O homem que geme, / É o lamento / Do povo oprimido,/ Da gente sem pão.../ É o gemido/ De todas as raças, / De todos os homens / É o poema / Da multidão!"Meu canto de guerra, página 70O livro reúne quatro cadernos de poesia, algumas inéditas, selecionadas de seus principais livros: Poemas d'uma vida simples, Seis tempos de poesia e Cantares ao meu povo, publicados entre 1944 e 1953.</span></p>
<p class="wp-caption-text" style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-themecolor: text1;">No primeiro caderno, <strong>Poemas sobre o negro</strong>, ...</p>]]></content:encoded>
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