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	<title>Embu Digital &#187; Artistas</title>
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	<description>.............................O Portal de Notícias de Embu</description>
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		<title>Feira de Embu das Artes faz 43 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Parceiros Rede Digital</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Museu de Arte sacra é uma das atrações, além do artesanato A tradicional Feira de Artes e Artesanato do município de Embu das Artes, em São Paulo, completa 43 anos de existência no dia 31 de janeiro, atraindo e encantando milhares de visitantes e turistas brasileiros e estrangeiros ao longo desse tempo. Passeio a Embu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_3953" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/embu9.jpg"><img class="size-full wp-image-3953" title="embu9" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/embu9.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Museu de Arte sacra é uma das atrações, além do artesanato</p></div>

A tradicional Feira de Artes e Artesanato do município de Embu das Artes, em São Paulo, completa 43 anos de existência no dia 31 de janeiro, atraindo e encantando milhares de visitantes e turistas brasileiros e estrangeiros ao longo desse tempo.

<div id="attachment_3952" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/embu8.jpg"><img class="size-medium wp-image-3952" title="embu8" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/embu8-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Passeio a Embu nos finais de semana é uma ótima opção de lazer (Fotos: Marcelo Valladão Sousa/Embu Digital)</p></div>

Criada no ano 1969, em frente à Igreja Matriz, hoje Museu de Arte Sacra, a feira vem desde então ocupando gradativamente todas as ruas do Centro Histórico da cidade, e inerente ao seu desenvolvimento, também foram surgindo as diversas lojas de artesanato, galerias de arte, antiquários e lojas de móveis rústicos artesanais, tornando a cidade como é conhecida hoje.

Artistas e artesãos estão há mais de 40 anos mostrando seus trabalhos na região, com exposições até fora do Brasil, e alguns chegaram de outros países e adotaram a localidade como seu reduto. Várias gerações têm passado pela feira nesses 43 anos.

A Feira de Artes conta com cerca de 462 expositores, divididos entre os segmentos de artesanato, artes plásticas, feira do verde, antiquários e alimentação, entre outros. A maior concentração deles acontece nos fins de semana e feriados.

Em comemoração à data, um cerimonial será realizado no dia 29/01, às 8h30min, com a posse dos representantes eleitos para o Conselho Gestor da Feira de Artes (exercício de 2 anos) e uma homenagem aos membros mais antigos de cada um dos segmentos da feira. O evento ocorrerá no Centro Cultural Mestre Assis do Embu, terá a presença do prefeito Chico Brito, do secretário de Turismo, Valdir Luis Barbosa, e de outras autoridades. Por volta das 9h, um café será oferecido a todos os artistas e expositores presentes.

<strong>História da feira </strong><strong>
</strong>
Conduzidos pelo escultor Assis de Embu e com a presença de artistas e artesãos, predominantemente vindos da praça da República, em São Paulo, a feira começou suas atividades em 1969 no Largo dos Jesuítas. Nesse período, revelou muitos talentos e contribuiu para solidificar a tendência cultural e artística da região, iniciada na década de 20 com Cássio M´Boy e na década de 50 com Tadakiyo Sakai.

Já nos anos 70, criadores dos mais variados estilos, muitos ligados ao movimento hippie, se reuniam no Largo 21 de Abril para produzir e vender arte.

De lá pra cá, artistas e artesãos vêm produzindo e expondo as mais variadas obras para interessados, turistas e visitantes. A tradicional Feira de Embu das Artes conta com um grande número de produtos artesanais, obras de arte e manifestações culturais.

<em>Por Alex Natalino</em>

<strong>Evento</strong>: 43º aniversário da Feira de Embu das Artes e cerimonial de posse do Conselho Gestor da Feira de Artes
<strong>Data</strong>: 29 de janeiro de 2012
<strong>Horário</strong>: 8h30min
<strong>Local</strong>: Centro Cultural Mestre Assis do Embu, no auditório Cássio M´boy
<strong>Endereço</strong>: Largo 21 de Abril, n° 29, Centro, Embu das Artes. Tel: (11) 4781-4462</p>]]></content:encoded>
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		<title>Embu vai comemorar Dia do Artesão</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 12:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 19 de março, Embu comemora o Dia do Artesão, com programação gratuita das 13 às 17 horas, na Praça 21 de Abril (em frente ao Centro de Atendimento ao Turista). Haverá apresentação do Quinteto de Metais municipal e de vídeo produzido pela Casa do Artesão, além de oficinas de pintura naif, arte no retalho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 19 de março, Embu comemora o Dia do Artesão, com programação gratuita das 13 às 17 horas, na Praça 21 de Abril (em frente ao Centro de Atendimento ao Turista). Haverá apresentação do Quinteto de Metais municipal e de vídeo produzido pela Casa do Artesão, além de oficinas de pintura naif, arte no retalho, tear e origami.

<div id="attachment_2883" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/01_IMG_8400_carlinhos_e_sidnei.jpg"><img class="size-full wp-image-2883" title="01_IMG_8400_carlinhos_e_sidnei" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/01_IMG_8400_carlinhos_e_sidnei.jpg" alt="" width="567" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Carlinhos e Sidnei com as mãos na obra (Foto: Antônio Carlos Mendes)</p></div>

Os artesões são personagens importantes na história de Embu. Nos anos 1960, o artesanato ganhou força com a chegada à cidade de muitos artesãos trazidos pelo Mestre Assis do Embu (1931/2006). Hoje eles estão em grande número na Feira de Embu, entre os 580 expositores, que garantem a movimentação na cidade nos fins de semana e feriados, quando é visitada por milhares de turistas.

“Artesanato não é terapia, mas profissão”, diz o presidente da Associação Casa do Artesão, Aparecido Valdevino de Souza, ao lembrar que encarar o fazer artesanal como uma atividade para preencher o tempo ou porque perdeu o emprego é uma visão comum entre muitas pessoas que não têm a dimensão da importância desse trabalho, tanto artística quanto econômica. “Entre os artesãos de Embu há os que sempre foram artesãos, que descendem de famílias de artesãos e aqueles que abandonaram outras profissões para se dedicar ao artesanato”, diz Cido. 

Ele mesmo deixou a atividade de torneiro mecânico pela profissão de artesão que exerce hoje, ao lado da mulher Cristina, produzindo brinquedos educativos de madeira. Ele trabalhou com cisal, bambu, vime e considera que evoluindo no seu trabalho artesanal é que chegou aos brinquedos. A exemplo dele, tem muitos outros artesãos em Embu nas diversas áreas, sendo que cerca de 40% participam da Feira de Embu. A maioria mantém ateliês na cidade e região. O governo de Embu das Artes, por meio da Secretaria de Turismo, desenvolve projeto de visita a ateliês para permitir que a produção artesanal do município se torne ainda mais conhecida.

O Dia do Artesão foi instituído pela Lei estadual nº 7.126, de 30/4/1991. No País, 19/3 é dia do carpinteiro, marceneiro e São José.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Feira de Artes comemora aniversário</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 11:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACISE]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
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		<description><![CDATA[No começo da semana, a Feira de Artes de Embu comemorou 42 anos, o que é motivo de orgulho para a cidade das Artes. Em 1969, iniciava a Feira de Artes da cidade de Embu, que hoje conta com artistas que iluminam os olhares de turistas de diversos lugares do mundo. São pintores, escultores, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo da semana, a Feira de Artes de Embu comemorou 42 anos, o que é motivo de orgulho para a cidade das Artes. Em 1969, iniciava a Feira de Artes da cidade de Embu, que hoje conta com artistas que iluminam os olhares de turistas de diversos lugares do mundo. São pintores, escultores, e artesãos, todos eles responsáveis para que a cidade das Artes faça jus ao nome que tem.

<div id="attachment_2959" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Paulojoia.jpg"><img class="size-full wp-image-2959" title="Paulojoia" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Paulojoia.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Jóia, um dos precursores da arte no Embu (Fotos: Rômulo Ferreira)</p></div>

A Feira que acontece no Centro, acolhe milhares de pessoas aos finais de semana, levando-as aos encantos da pintura, escultura e diversos tipos de artesanato. <em>“Aqui já chegou a comportar 15.000 pessoas num único dia</em>”, relata Raymundo Emídio, conhecido como Ray, pintor e artesão na cidade. O sucesso se deve graças aos artistas locais, e aos feirantes que fascinam adultos e crianças com suas habilidades. Figuras como Ray, Paulo Jóia, Rosemeire e Mário Ramos, precursores da arte na cidade.

Ray faz parte do conselho de Turismo do Embu, é pintor e  foi professor de teatro para crianças. Num bate papo descontraído, ele fala sobre a história da Feira das Artes e menciona os artistas que o antecederam – “<em>Nos anos 60, chegam Marco Mariano, Cássio M’Boi, Sakai, entre outros... Esse pessoal começa a formar o primeiro núcleo de artistas. As festas de Embu passam a ser muito populares, conhecidas em São Paulo, nós expúnhamos na Praça da República e fomos convidados a expor no Embu aos sábados”. </em>

<div id="attachment_2960" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Marioramos.jpg"><img class="size-full wp-image-2960" title="SONY DSC" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Marioramos.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças observam Mário Ramos, na Palhoça. Pequenos estão entre os maiores admiradores do passeio na Feira</p></div>

Outras figuras,

Ray ainda relata a situação da Rodovia Regis Bittencourt na época: “<em>Vínhamos de São Paulo para o Embu sem a certeza de que voltaríamos pela Regis Bittencourt, pois era uma lama só, a estrada era de terra! Como eu morava na Freguesia do Ó, era obrigado a ir para Itapecerica, seguir para Santo Amaro e só depois seguir para a minha casa, pois era impossível seguir pela BR</em>”.

O artista começou a expor seus quadros na cidade nessa época, até que um dia decidiu ficar – “<em>Tivemos 1.200 expositores na feira, 40 galerias de arte e 30 antiquários. Tivemos associação de antiquários, associação de artistas plásticos, tudo isso em quatro ruas e duas praças e 15 mil pessoas circulando, os artistas não saíam do Embu, pelo contrário, eles vinham para o Embu!” </em>.

Mário Ramos é escultor no Embu responsável pela Palhoça, que é uma tenda armada defronte ao Centro Cultural Mestre Assis do Embu, onde ele e sua esposa Meire são encontrados diariamente. Mário é um artista de primeiríssima qualidade, valorizado pelos trabalhos que desenvolve há anos na Feira, sua esposa pinta quadros os quais são valorizados pela originalidade e beleza.

<div id="attachment_2961" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><p class="wp-caption-text">O pintor Ray faz parte do Conselho de Turismo da cidade</p></div><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Ray.jpg"><img class="size-full wp-image-2961" title="Ray" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Ray.jpg" alt="" width="350" ...</p>]]></content:encoded>
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		<title>Itagyba: Uma vida sem desvios</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 13:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[coral]]></category>
		<category><![CDATA[itagiba]]></category>
		<category><![CDATA[itagyba]]></category>

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		<description><![CDATA[ITAGYBA KUHLMAMN. Para quem não o conheceu (uma pena), filho do pesquisador Moisés Kuhlmann, que participou da fundação do Jardim Botânico de São Paulo em 1928 e contribuiu com a sistematização do processo de influência da fauna sobre a flora, ele foi além de poeta e criador de coelhos, um exímio jornalista político de crônicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &amp;amp;quot;">ITAGYBA KUHLMAMN</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;">. <span style="color: #000000;">Para quem não o conheceu (uma pena), filho do pesquisador Moisés Kuhlmann, que participou da fundação do Jardim Botânico de São Paulo em 1928 e contribuiu com a sistematização do processo de influência da fauna sobre a flora, ele foi além de poeta e criador de coelhos, um exímio jornalista político de crônicas sutis como um elefante à situações cotidianamente pitorescas do cenário político - brasileiro. Seu patrimônio intelectual não está editado.</span></span></p>

<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"> </span></div>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"> </span>

<div id="attachment_1636" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1636" title="itapaizao" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/06/itapaizao.jpg" alt="Sempre sorridente e sereno" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Sempre sorridente e sereno</p></div>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: #000000;">Ele nunca se propusera a tal façanha, mas algumas de suas crônicas e artigos estão disponibilizados através dos extintos jornais FATO EXPRESSO e CIDADES DA SERRA e na revista CONTEMPORÂNEA. Seu pseudônimo mais conhecido é o “Tio Marcos da Portela: - <em>Aquele Abraço</em>”</span></span></p>

<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"> </span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: black;"> </span></span></div>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: black;"> </span></span>

<div id="attachment_1632" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1632" title="itagyba-e-igor" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/06/itagyba-e-igor.jpg" alt="Itagyba sempre foi um &quot;paizão&quot; (Fotos: Arquivo pessoal)" width="300" height="448" /><p class="wp-caption-text">Itagyba sempre foi um &quot;paizão&quot; (Fotos: Arquivo pessoal)</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: #000000;">Itagyba participava do Coral Municipal de Embu das artes “Cantares ao Meu Povo”, nome em referência à obra de Solano Trindade, sob regência de Wilma Abondanza (sua esposa) até 2008. Simples e sereno, sempre às ordens magistradas pela regente, dava o tom com sua voz grossa e veemente. Embalava os ensaios na Biblioteca Municipal Moacir F. Jordão, no centro do Embu. Para quem participava, era uma diversão. Mais empolgante que as próprias apresentações. Sempre havia uma nova toada, com vocalizes e exercícios musculares a luz apagada (para não deixar ninguém envergonhado). Quando afinavam e executavam por completo uma obra como “Estrela Estrela”, de Vitor Ramil ou “Cio da Terra”, de Chico Buarque, uma paz assolava a sala fria e desconfortável que os abrigava. Um esplendor. Nas apresentações, Itagyba, acolhedor com seu sorriso discreto, sempre recebia a todos como um “paizão”. Lúcido ao extremo e simples com seu ar poético, era o contraponto de Wilma, brincalhona e extravagante com suas piadas e deixas. Professor por natureza, Itagyba sempre ilustrava suas conversas com política, cultura, jornalismo, e informática, já que ele era ‘expert’ em programação LINUX – UBUNTO.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: #000000;">A doença</span></span></strong></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;quot;"><span style="color: #000000;">Itagyba fumou por 45 anos. Esse vício o prejudicou, e um de seus pulmões o deixara na mão. Tempos difíceis contam, onde pensaram que ele não agüentaria. “BRAÇO DE PEDRA”: em tupi, "ita" é "pedra" ...</p>]]></content:encoded>
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		<title>Comente a morte de Michael Jackson</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 19:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Colocamos abaixo a repercussão da morte do ídolo pop Michael Jackson, aos 50 anos, abrimos a oportunidade de você leitor do Embu Digital lhe prestar a última homenagem, ainda que esse não seja um assunto propriamente de nossa cidade, mas isso não importa, porque a arte não tem fronteiras, sobretudo em Embu das Artes, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colocamos abaixo a repercussão da morte do ídolo pop Michael Jackson, aos 50 anos, abrimos a oportunidade de você leitor do Embu Digital lhe prestar a última homenagem, ainda que esse não seja um assunto propriamente de nossa cidade, mas isso não importa, porque a arte não tem fronteiras, sobretudo em Embu das Artes, não é mesmo? Paticipe...
<div class="mceTemp mceIEcenter">

<div id="attachment_1595" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1595" title="michael_jackson_" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/06/michael_jackson_.jpg" alt="Artista deixa uma legião de milhares de fãs (Foto:despolitizado.blogspot.com)" width="300" height="321" /><p class="wp-caption-text">Artista deixa uma legião de milhares de fãs (Foto:despolitizado.blogspot.com)</p></div>

</div>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O cantor <strong>Justin Timberlake</strong> lamenta profundamente a morte de Michael Jackson, que foi uma das suas influências no seu percurso musical. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">«Perdemos um génio e um verdadeiro embaixador não apenas da música pop, mas de toda a música», escreveu Timberlake no seu site. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O cantor <strong>Justin Timberlake</strong> lamenta profundamente a morte de Michael Jackson, que foi uma das suas influências no seu percurso musical. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Lisa Marie Presley</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">, que foi casada com o Michael Jackson entre 1994 e 1996 disse, citada pela revista «People», que estava confusa com o seu desaparecimento. «Estou triste e confusa com todas as emoções à flor da pele. Estou destroçada pelos seus filhos, que eu sei que eram tudo para ele, e pela sua família. Esta é uma enorme perda a tantos níveis, as palavras falham-me». </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Também <strong>Usher</strong> manifestou a sua «profunda tristeza» pelo desaparecimento de Mickael Jackson. «Eu não seria hoje o artista, interprete e filantropo se não fosse a influência de Mickael . Tenho grande respeito e admiração por ele (...) Numa longa declaração, Usher referiu ainda que foi por causa de Jackson que pessoas como Oprah Winfrey e Barack Obama têm o impacto que alcançaram no mundo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">«Ele era um mágico», disse <strong>Beyoncé</strong> «Ele foi tudo o que todos nós lutamos para ser. Ele será sempre o Rei da Pop!» </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f9dd73; margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: #504e49; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Numa ...</p>]]></content:encoded>
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		<title>Artistas são a alma de Embu</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 00:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário-Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas de Embu]]></category>
		<category><![CDATA[Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Cássio MBoy]]></category>
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		<category><![CDATA[Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Embu, terra dos Artistas Os primeiros artistas de Embu, sem dúvida, foram os jesuítas que ensinaram aos índios suas técnicas na escultura de santos. Porém, quando os jesuítas foram expulsos de Embu, essa pro-dução foi interrompida, só sendo retomada em 1937, quando Cássio MBoy, santeiro de Embu, ganhou o Primeiro Grande Prêmio na Exposição Internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-size: medium;">Embu, terra dos Artistas</span><br style="mso-special-character: line-break;" /></strong></span><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Os primeiros artistas de Embu, sem dúvida, foram os jesuítas que ensinaram aos índios suas técnicas na escultura de santos. Porém, quando os jesuítas foram expulsos de Embu, essa pro-dução foi interrompida, só sendo retomada em 1937, quando <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/04/cassio-m%c2%b4boy/" target="_self"><span style="color: #0000ff;">Cássio MBoy</span>,</a> santeiro de Embu, ganhou o Primeiro Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes Técnicas em Paris.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &amp;amp;amp;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Já antes, no entanto, Cássio foi professor de vários artistas e recebia em sua casa expoentes do Movimento Modernista de 1922 e das artes em São Paulo, incluindo Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Volpi e Yoshio Takaoka.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">A Cássio MBoy seguiu-se <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/04/sakay/" target="_self">Sakai de Embu,</a> que começou por ser discípulo de Cássio e veio a ser reconhecido internacionalmente como um dos grandes ceramistas-escultores brasileiros. Sakai forma um grupo de artistas plásticos, ao qual pertence <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/04/solano-trindade/" target="_self">Solano Trindade.</a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Este chega a Embu em 1962 e traz consigo a cultura negra, congregando um grupo de artistas em seu redor, e introduzindo a tradição dos orixás.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<span style="color: #000000;">A tradição artística da cidade institucionaliza-se e ganha força e divulgação dentro e fora do Brasil.</span>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Em 1964, com o 1º Salão das Artes esta divulgação alcança o ápice. Paralelamente, a partir dos finais dos anos 60, a cidade passa a pólo de atracção para hippies, que expõem os seus trabalhos de artesanato todos os fins de semana, dando origem à Feira de Artes e Artesanato, que se realiza todos os fins de semana desde 1969 e que é um dos principais motores da vocação turística da cidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<span style="color: #000000;">Embu foi elevado à categoria de município em 1959, quando se emancipou de Itapecerica da Serra. Hoje o nome oficial do município é ...</p>]]></content:encoded>
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		<title>Jean Gillon</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 18:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Jean Gillon – um designer romeno no Embu Jean Gillon nasceu na Romênia, formou-se pelas Faculdades de Arquitetura e Belas Artes da Universidade Nacional, em Iasi. Em 1956 chegava ao Brasil para se dedicar à arquitetura de interiores, desenho industrial e artes plásticas. Ao conhecer o escultor Assis de Embu, acabou vindo para a cidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"><strong>Jean Gillon – um designer romeno no Embu</strong></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Jean Gillon nasceu na Romênia, formou-se pelas Faculdades de Arquitetura e Belas Artes da Universidade Nacional, em Iasi. Em 1956 chegava ao Brasil para se dedicar à arquitetura de interiores, desenho industrial e artes plásticas. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Ao conhecer o escultor Assis de Embu, acabou vindo para a cidade, onde viveu durante muito tempo e fundou a Casa da Ecologia Edith Gillon – Espaço Eco-Ambiental que fica na avenida João Batista Medina, 358, (antiga rua Maranhão).</span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;">
<span style="color: #000000;">Em outubro de 2006, o artista expôs 37 telas no Centro Cultural Embu das Artes na mostra Encontro com a arte. Aos 86 anos e com os movimentos reduzidos devido a um derrame, Gillon confessou que produzia para viver. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">As telas foram pintadas entre 2001 e 2002, período em que perdeu sua companheira Edith e sofreu um derrame. A retomada da pintura funcionou como um processo de cura. Muito coloridas, suas obras são um conjunto de traços em constante movimento, formando trilhas e caminhos, características em seu trabalho. Gillon também pintava pequenas telas e cartões de boas-festas. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Gillon foi Secretário Municipal de Turismo em 2000, primeiro ano de mandato do prefeito Geraldo Cruz.</span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">No segmento artístico, participou de 24 exposições internacionais (Europa e Estados Unidos), onde ganhou 10 prêmios, e de 37 nacionais (individuais e coletivas). Suas obras figuram em museus, hotéis, instituições e coleções, principalmente alguns móveis que ele desenhou. Basta uma simples busca na internet para se deparar com uma infinidade de peças idealizadas pelo artista, como o móvel abaixo. <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/05/artistas-sao-a-alma-de-embu/" target="_blank">Saiba Mais sobre os Artistas de Embu.</a></span></span>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"> </span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"> </span></span></div>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"> </span></span>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div>

<div id="attachment_2386" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/04/gillon11.jpg"><img class="size-medium wp-image-2386" title="gillon1" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/04/gillon11-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Artista romeno, erradicado no Embu, tinha talento peculiar</p></div>

</div>
</div></p>]]></content:encoded>
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		<title>Cristo do Embu</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[  O Cristo do Embu, assim era conhecido Sidney Moreno Rodrigues, ele faleceu aos 68 anos, em 2007 e participava da Feira de Artes desde 1969. Chegou ao Embu chamado por Assis do Embu, liderando um grupo de artistas seguidores do movimento hippie. Aliás o Cristo foi o primeiro hippie na Feira de Artes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">O Cristo do Embu, assim era conhecido Sidney Moreno Rodrigues, ele faleceu aos 68 anos, em 2007 e participava da Feira de Artes desde 1969. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Chegou ao Embu chamado por <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/04/assis-do-embu/" target="_self">Assis do Embu</a>, liderando um grupo de artistas seguidores do movimento hippie. Aliás o Cristo foi o primeiro hippie na Feira de Artes e Artesanato e um dos precursores da Feira da Praça da República, onde já estava anteriormente. Os hippies rejeitavam os padrões convencionais da sociedade, vivendo em comunidades alternativas de hábitos modestos, protestando assim contra a sociedade capitalista.</span></span>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"> </span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;"></span></span></div>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">

<div id="attachment_1100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="aligncenter size-full wp-image-1300" title="cristo" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cristo.jpg" alt="cristo" width="300" height="400" /><p class="wp-caption-text">Cristo, em entrevista à nossa reportagem (foto: www.embudigital.com.br/Marcelo Sousa)</p></div>

</span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">No Embu, o artista se dedicava a atuar com a cerâmica, couro, metal, corda, papel machê e incensos. Quando <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/04/solano-trindade/" target="_self">Solano Trindade</a> chegou à cidade, Cristo também foi um dos participantes do Teatro Popular Brasileiro de Solano Trindade e do Teatro Popular Solano Trindade, criado por sua filha Raquel Trindade. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Sempre muito irreverente ele viveu até seus últimos dias com esposa e filhos na cidade e era um artista ativo da cidade, participando da feira e de várias exposições. Cristo também de dedicava a fazer ornamentos para festas populares em Embu. <a href="http://www.embudigital.com.br/2009/05/artistas-sao-a-alma-de-embu/" target="_self">Saiba Mais sobre os Artistas de Embu</a></span></span></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mário Ramos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 10:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mário Ramos – fabricando Arte! Mário Ramos, pintor e escultor de Embu anda encantando os turistas junto com seus companheiros na “Palhoça” – uma imensa tenda armada defronte ao Centro Cultural Mestre Assis do Embu – , vem “fazendo arte” ao vivo para o deleite dos visitantes da cidade. O artista em seu “habitat natural”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;">Mário Ramos – fabricando Arte!</span></strong>

<span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;">Mário Ramos, pintor e escultor de Embu anda encantando os turistas junto com seus companheiros na “Palhoça” – uma imensa tenda armada defronte ao <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #3366ff;"><a href="http://www.embudigital.com.br/category/turismo/lazer-no-embu/"><span style="color: #3366ff;">Centro Cultural Mestre Assis do Embu</span> </a></span></span>– , vem “fazendo arte” ao vivo para o deleite dos visitantes da cidade. O artista em seu “habitat natural”, com ferramentas, matéria-prima e idéias na cabeça... Ele foi ouvido pelo site Diário de Embu e contou um pouco dessas idéias.</span></span>

<span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;">Habituado às mudanças, nasceu em Jacareí e aos sete anos começou seus primeiros desenhos durante a sua infância na fazenda em que seu pai trabalhava. Com 11 anos sua família adquiriu um pequeno sítio em Guararema, após a venda da fazenda, onde seu pai trabalhava produzindo ovos. Mário é o caçula de cinco irmãos e os estudos foram transferidos para um grande colégio da cidade. O interesse pela arte aguçou a sua cabeça.</span></span>

<div id="attachment_1085" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img class="aligncenter size-full wp-image-1292" title="marioramos" src="http://www.embudigital.com.br/wp-content/uploads/2009/04/marioramos.jpg" alt="marioramos" width="230" height="307" /><p class="wp-caption-text">Mário Ramos encontrou seu lugar no Embu</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="color: #000000;">Em 1965, sua mãe com 55 anos falece. O canto dos pássaros fôra, repentinamente, substituído pelo ronco dos carros. Seu pai toma uma decisão radical e vende o sítio para o primeiro interessado, mudando-se para Poá, Zona Leste de São Paulo, onde passou a morar com sua irmã, até que seu irmão mais velho adquirisse uma nova residência no mesmo município.</span></span></p>
<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="color: #000000;">Foi naquela época que se impressionou com a imponência da capital paulista e seus monumentos. Chegou a andar de bondinho no centro velho e curtir a romântica garoa paulistana. Com 19 anos, inicia sua vida profissional num projeto de criação e montagem de uma emissora de televisão, a Rádio e TV Cultura. </span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="color: #000000;">Durante os mais de 34 anos na emissora, conquistou tudo que um profissional sonha. No mesmo ano se casaria com Maria Thereza, mudando-se para o centro da capital. O casal teve três filhos: Alexandre, Douglas e Daniel. Hoje, é avô de uma bela garotinha, a Natasha. Em 1975 a família adquiriu uma casa em Osasco, onde viveu por 28 anos. As décadas de 70 e 80 foram decisivas para que a arte se tornasse a sua grande paixão ao lado dos filhos.</span></span>

<span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;">Afilia-se à Associação Paulista de Belas Artes, onde artistas principiantes recebem dicas de pintores experientes. Além disto, ainda hoje, tem viagens periódicas para a prática ao ar livre, campo e praia. No decorrer de anos seguidos, participou de inúmeras exposições na capital, como na Casa de Portugal.</span></span>

<span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-bidi-font-family: Arial;">“Através da arte procurei preencher o imenso vazio causado pela morte do meu pai, em 89”, afirma. </span></span>

<span style="color: #000000;"><strong><span ...</p>]]></content:encoded>
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		<title>Joel Camara</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 03:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Embu Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Joel Câmara é um dos pioneiros da arte naif que também contribuiu para a fama de Embu das Artes. Apesar do imenso talento era comum vê-lo com um pacote de papel contendo alguns de seus desenhos, em nanquim, ele os tentava vender mas, como a maioria dos artistas de Embu, não sabia bem como fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Joel Câmara é um dos pioneiros da arte naif que também contribuiu para a fama de Embu das Artes. Apesar do imenso talento era comum vê-lo com um pacote de papel contendo alguns de seus desenhos, em nanquim, ele os tentava vender mas, como a maioria dos artistas de Embu, não sabia bem como fazer o talento se reverter em benefício financeiro.</span></span>

<span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp;"><span style="color: #000000;">Acabava por negociar os trabalhos por valores infinitamente menores do que valiam, alguns diziam que por um terço do que qualquer galeria cobraria por eles. Depois por qualquer preço, desde que conseguisse alguma grana para uma bebida e a refeição do dia.</span></span>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Além de desenhista era ilustrador, escritor e poeta. Faleceu no dia 15 de novembro de 2008, já estava com problemas na memória e na visão, foi sepultado no Cemitério do Rosário, de Embu, após o velório na Capela de São Lázaro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Patrícia, sua filha tenta resgatar algumas das obras, espalhadas em galerias e lojas que não devolveram os originais após a doença que o afastou de sua arte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">Ele era da Escola Primitivista Brasileira e foi influenciado pelo desenho medieval e do Barroco mineiro. Desenhava com uso exclusivo do nanquim (ou preto) sobre vários materiais, bico de pena sobre papel, madeira, pintura sobre parede lisa e até o couro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Reconhecido internacionalmente fez a primeira exposição própria em 1968, sob o título “O Novo Testamento descrito e narrado à maneira do Sertão”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;">O livro ilustrado, "A Guerra Santa do Sertão", é talvez sua obra mais importante, idealizado com a ajuda de Francisco Aparecido Cordão.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;amp;amp; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">"Nesta obra magnífica, ...</p>]]></content:encoded>
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