Um protesto reuniu ontem à tarde cerca de 300 manifestantes em frente ao prédio onde fica o apartamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo. Entre ele, alguns dos que acamparam em Embu.

Política habitacional do governo é criticada por manifestantes -Foto: Agência Brasil
Formado por integrantes do Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência) e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), eles protestavam contra a política salarial e inclusão em programas habitacionais.
Entre os integrantes do MTST, alguns dos que acamparam em Embu das Artes, Guarulhos e Sumaré, eles eram os mais exaltados e prometeram permanecer no local até que sejam atendidos. Cinco manifestantes se acorrentaram, tática semelhante àquela adotada no segundo semestre do ano passado, no Fórum de Mauá.

Entre os manifestantes, os integrantes do MTST de Embu - Foto: Divulgação
Os sindicalistas cobraram abertura de diálogo entre o governo federal e funcionários do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). A categoria está em greve desde 16 de junho e critica a possibilidade de aumento na carga horária (de 30 para 40 horas semanais) e consequente redução salarial. “Nossa greve tem sido reprimida na Justiça. Queremos sensibilizar o presidente”, afirmou Júnia da Silva Gouvêa, diretora do Sinsprev, ao jornal Diário do Grande ABC.
Faixas, bandeiras e gritos de guerra, foram utilizados, apesar da confusão o protesto foi considerado pacífico pela Polícia Militar.
Em carta a Lula, o movimento avalia que o programa Minha Casa, Minha Vida não tem cumprido o propósito de auxiliar as classes mais baixas a conseguir moradia barata e digna. “O que estamos fazendo aqui é um apelo ao presidente”, afirmou o coordenador estadual do MTST, Guilherme Castro, ao mesmo jornal da região.



















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