Os motoristas de Embu já sentem o efeito do excesso de veículos em suas vias ao final de cada dia, há cerca de 5 anos foi instalado o primeiro semáforo na cidade, sinal de que a fluidez e o “jeito de cidade do interior” haviam ficado para trás, pelo menos, no que diz respeito ao trânsito.
A Av. Elias Yasbek, já costuma ter trânsito de veículos carregado, a partir das 17h em direção ao acesso à Rodovia Régis Bittencourt e ao bairro, em direção à Câmara Municipal. Não são raros os dias em que se perde de 10 a 15 minutos para sair da principal avenida da cidade.

Acessar Embu pela Kizaemon Takeuti, ao fim do dia, está ficando demorado, alegam motoristas (Foto: www.embudigital.com.br)
Na região do Cemitério dos Jesuítas, mais precisamente no cruzamento da Rua Egito com a Estrada Kizaemon Takeuti, há um semáforo que, também na “hora do rush” acaba não dando vazão a tantos veículos ocasionando imensas filas, tanto que alguns motoristas acabam entrando na contramão para tentar escapar da demora, manobras arriscadas são feitas e podem gerar acidentes.
O mesmo semáforo, na Estrada Kizaemon, tem causado muita demora, sobretudo para quem vem de Taboão da Serra sentido Embu, há dias em que a fila de carros chega há quase 800 metros. “Talvez seja a hora de se pensar em proibir o estacionamento nessa avenida”, diz José dos Santos, motorista que passava na “avenida” Kizaemon.

Excesso de veículos e semáforos contribuem para lentidão
De qualquer forma, para um futuro próximo, medidas para a fluidez do trânsito precisarão ser tomadas, nesta região, em que os motoristas passam de um município a outro, o grande temor é o “jogo de empurra” que pode acontecer entre as cidades.


















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